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VIOLÊNCIA

Corpo enterrado em área de manguezal pode ser de homem desaparecido desde o início do mês

Investigação aponta características compatíveis com Rafael Lucas, enquanto PC apura homicídio e aguarda exames

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Imagem ilustrativa da imagem Corpo enterrado em área de manguezal pode ser de homem desaparecido desde o início do mês
| Foto: GazetaWeb.com

Investigações da Polícia Civil de Alagoas apontam que o corpo encontrado enterrado em uma área de manguezal, no povoado Santa Rita, em Marechal Deodoro, pode ser de Rafael Lucas Souza Barreto, de 25 anos. Ele está desaparecido desde o dia 4 deste mês. O corpo foi localizado nessa quarta-feira (15).

Segundo a delegada responsável pelo caso, Juliane Santos, familiares reconheceram características compatíveis com as de Rafael Lucas. Entre elas, estão as tatuagens presentes no corpo.

Para confirmar oficialmente a identidade do corpo encontrado, a Polícia Civil afirma que aguarda o resultado dos exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML).

O corpo estava nos fundos de uma marina desativada, localizada no Sítio Recanto III. O Boletim de Ocorrência informa que a Polícia Militar foi acionada após uma denúncia anônima de achado de cadáver. A localização exata foi identificada por meio do sinal de GPS da tornozeleira eletrônica que a vítima utilizava.

Os levantamentos da perícia apontam que o corpo apresentava uma perfuração provocada por arma branca e que uma das mãos havia sido decepada. O membro foi encontrado durante as buscas e encaminhado ao IML juntamente com o corpo.

DESAPARECIMENTO

Rafael Lucas havia desaparecido após sair de um hotel, no dia 4 de julho, para participar de uma festa em uma chácara localizada na Ilha de Santa Rita, em Marechal Deodoro. Desde então, familiares registraram um boletim de ocorrência e iniciaram as buscas pelo jovem.

A Polícia Civil informou que recebeu elementos que indicavam a possibilidade de homicídio e segue investigando a dinâmica do crime, a motivação e a identificação dos possíveis autores.

Informações que possam ajudar nas investigações podem ser repassadas ao Disque Denúncia, pelo número 181. O sigilo é garantido.

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