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INVESTIGAÇÃO

"Crime perfeito": Esquema do Banco Master utilizava cartões ilimitados para suborno

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O roubo do Banco Master tem um carimbo do PT”

Deputado Carlos Jordy (PL-RJ), após sequência de humilhação de Lula no Congresso
Imagem ilustrativa da imagem "Crime perfeito": Esquema do Banco Master utilizava cartões ilimitados para suborno
| Foto: Divulgação

PODER SEM PUDOR: Maria Barbuda é a mãe

O irreverente ex-prefeito de Curitiba Maurício Fruet, em campanha eleitoral de 1986, levou o aliado Paulo Furiatti a conhecer uma influente eleitora conhecida localmente como “Maria Barbuda”, sem avisar que ela detestava o apelido. Ao chegar, Furiatti a cumprimentou usando exatamente o nome proibido. Resultado: Fruet teve boa votação na cidade; o colega, curiosamente, cerca de cem votos a menos.

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Vorcaro ‘reinventou’ suborno com cartões ilimitados

O banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, teria implantado um esquema classificado por investigadores como um “crime perfeito”: em vez de malas de dinheiro, distribuía entre 80 e 90 cartões de crédito sem limite para parceiros e supostos beneficiários, incluindo autoridades. Os cartões permaneciam em nome do próprio Vorcaro, que apenas repassava a senha para uso livre, de viagens luxuosas a compras de alto valor.

Sem rastro

Como os cartões estavam formalmente em nome de Vorcaro e eram emitidos pelo próprio banco, a avaliação é de que o esquema dificultava rastreamento direto dos beneficiários.

CPMI já sabia

O modelo teria aparecido inicialmente na CPMI que investigou fraudes contra aposentados e pensionistas, mas não avançou.

Porta fechada

O deputado Evair de Melo (PP-ES) chegou a pedir a convocação de executivos da Visa e Mastercard, mas o requerimento foi rejeitado.

Fala, Vorcaro

A expectativa é que eventual delação do banqueiro detalhe quem teria sido beneficiado pelos cartões.

Gilmar vê o STF submetido a ‘corredor polonês’

O ministro Gilmar Mendes afirmou que a perda de confiança de parte da população no Supremo Tribunal Federal decorre de ataques coordenados da imprensa, comparando a situação a um “corredor polonês”, expressão usada para descrever agressões sucessivas. Em entrevista ao programa Jornal Gente, da Bandeirantes, o ministro atribuiu a crise à cobertura crítica sobre a Corte.

Crise de confiança

Segundo levantamento do Real Time Big Data citado na discussão, a desconfiança em relação ao STF atravessa diferentes espectros políticos.

Sem fundamento

Gilmar sustentou que a descrença institucional não se limita ao Supremo, atribuindo parte do fenômeno ao que chamou de “niilismo crítico”.

Endereço errado

Na visão do ministro, a cobertura da imprensa transformou o caso Master indevidamente em crise envolvendo o STF.

Dor de cabeça

O início do “Desenrola 2.0”, programa de renegociação de dívidas, enfrentou instabilidade operacional nos primeiros dias de funcionamento.

Corte na pena

Segundo cálculos atribuídos ao relator Paulinho da Força (Solidariedade-SP), mudanças na dosimetria poderiam reduzir penas relacionadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.

PT é MAGA

Aliados do governo tentam capitalizar politicamente o encontro entre Lula e Donald Trump nos Estados Unidos.

Cadê o amor?

Beatriz Darley, presidente do PL Jovem no Amazonas, afirmou ter sofrido ameaças após denunciar episódios de antissemitismo na Universidade Federal do Amazonas.

Causa e consequência

Flávio Bolsonaro voltou a associar o caso Banco Master ao governo Lula, criticando a resistência à instalação de CPI.

Dois pesos

Deltan Dallagnol questionou diferenças de tratamento entre episódios de depredação política envolvendo grupos ideológicos distintos.

DF aderiu

A governadora Celina Leão (PP) aderiu a programa de subsídio ao diesel no Distrito Federal, com expectativa de redução no preço ao consumidor.

Amigo do amigo

Permanece no gabinete do ministro Dias Toffoli pedido da J&F para suspensão definitiva de multas relacionadas ao acordo de leniência firmado no contexto da Lava Jato.

Pensando bem…

…quando o escândalo cresce, sempre aparece alguém dizendo que o problema é quem contou.

A procuradora-geral do Estado, SAMYA SURUAGY, e o secretário de Estado de Governo, VITOR PEREIRA, participaram, na quinta-feira (7), da cerimônia de posse de ROBERTO MENDES (à esquerda) na presidência da Associação dos Procuradores de Estado de Alagoas
A procuradora-geral do Estado, SAMYA SURUAGY, e o secretário de Estado de Governo, VITOR PEREIRA, participaram, na quinta-feira (7), da cerimônia de posse de ROBERTO MENDES (à esquerda) na presidência da Associação dos Procuradores de Estado de Alagoas | Foto: Divulgação

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