Segurança pública
Líderes em feminicídio estão sob governo de esquerda
Pacificar é essencial pra vitória”
PODER SEM PUDOR: Cuidados redobrados
Ao saber que estava sendo filmado pelo cinegrafista que flagrou o ex-aspone de Lula Marco Aurélio Garcia fazendo top-top e era entrevistado pela jornalista cuja pergunta resultou no “relaxa e goza” de Marta Suplicy, durante o governo Lula 2, o então senador Renato Casagrande (PSB-ES) ficou mais cauteloso:
“Acho que não quero mais ficar aqui, não. Tenho de ter mais cuidado ainda com o que falo e o que faço com as mãos...”
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Líderes em feminicídio estão sob governo de esquerda
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 (com dados de 2025), divulgado nesta quinta-feira (23), reforça a percepção da dificuldade que governadores de esquerda têm no enfrentamento à violência. O estudo revela que os piores resultados são do campo progressista quando o assunto é o cuidado com a vida da mulher.
O Amapá, governado pelo esquerdista Clécio Luís (à época no Solidariedade, agora no União Brasil), registra a maior variação na taxa de feminicídio: alta de 347,7%.
É bi
O estado, que elegeu o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), também lidera a taxa de homicídios de mulheres, que subiu 198,5%.
Puxa o histórico
Antes de ingressar no União Brasil, Clécio Luís foi filiado ao PT por 16 anos, ao PSOL por outros 11 anos e à Rede por mais quatro anos.
Petista no ranking
Governado por uma mulher petista, Fátima Bezerra, o Rio Grande do Norte é o segundo da lista: alta de 61,8% no número de homicídios de mulheres.
É do PT
Observada a taxa de homicídios de mulheres por 100 mil habitantes, o Ceará, governado por Elmano Freitas (PT), lidera, com 6,2. O índice está acima da média nacional, de 3,2.
Todos os indicativos da dívida pública dispararam
Todos os números da dívida pública brasileira dispararam nos primeiros seis meses de 2026. Desde 1º de janeiro do quarto ano do governo Lula (PT), tanto a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) quanto a Dívida Pública Federal (DPF), interna e externa, explodiram.
A DBGG aumentou em R$ 950 bilhões, alta de 2,4%. Até o início deste ano, esse buraco equivalia a 78,7% do PIB e, em 1º de julho, já representava 81,1%.
Recorde negativo
A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) ultrapassou, pela primeira vez na história, a marca de R$ 10,6 trilhões.
T de trilhão
A DPF, que é a dívida emitida pelo Tesouro Nacional, passou de R$ 8,3 trilhões no início de 2026 para R$ 8,68 trilhões após apenas seis meses.
Dívida na veia
Isso quer dizer que o governo do PT emitiu R$ 404 bilhões em títulos do Tesouro Nacional, que precisarão ser pagos dentro de alguns anos.
Disse sem falar
“Alguém que teve três mandatos para fazer e não fez não merece um quarto mandato”, disparou Flávio Bolsonaro nas redes sociais. “É óbvio que ele não vai fazer de novo”, afirmou o senador, sem mencionar nomes.
Salão Verde
Morreu na praia a pré-candidatura de Izalci Lucas (PL) ao Governo do Distrito Federal. Como o PL tem tudo para fechar apoio a Celina Leão (PP), o senador vai tentar uma vaga na Câmara dos Deputados.
Prazos no fim
Partidos políticos têm até 5 de agosto para realizar suas convenções e definir coligações e candidaturas para as eleições deste ano. O registro das candidaturas, entretanto, vai até o dia 15 de agosto.
Desagradou
Publicação de Gilberto Kassab sugerindo uma dobradinha entre Tarcísio de Freitas (Rep) e Ronaldo Caiado (PSD) desagradou o governador paulista. Tarcísio apoia a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência.
Roseana de volta
Roseana Sarney (MDB) está de volta ao tabuleiro político e vai disputar o Senado pelo Maranhão, estado que governou por dois mandatos consecutivos. A notícia foi confirmada pela filha do ex-presidente nas redes sociais.
Senado vem aí
Enfim, Eduardo da Fonte (PP) caminha para disputar o Senado por Pernambuco. Deve contar com o apoio da governadora Raquel Lyra (PSD). O outro nome da chapa, por ora, é Túlio Gadêlha (PSD).
Oficial
É amanhã (25), no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, a convenção nacional do PL para oficializar a candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto. O presidente da Argentina, Javier Milei, deve estar presente.
Indeterminado
Falta apenas uma semana para o fim oficial do recesso no Congresso. Mas, com o início da campanha eleitoral, os parlamentares só devem voltar 100% ao batente após o fim das eleições, em novembro.
Pergunta no peso
Fazer filme é pior que roubar velhinhos?