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Renda domiciliar per capita avança 6,8% em AL e soma R$ 1.422

Em cinco anos – medidos entre 2021 e 2025 –, o rendimento por pessoa dos alagoanos registrou crescimento de 83%, diz IBGE

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Em todo o País, o rendimento domiciliar per capita somou R$ 2.316
Em todo o País, o rendimento domiciliar per capita somou R$ 2.316 | Foto: — Divulgação

O rendimento domiciliar per capita de Alagoas encerrou 2025 em R$ 1.422, segundo levantamento divulgado nessa sexta-feira (27), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. O valor corresponde a um avanço de 6,8% ante a renda do ano anterior, que somou R$ 1.331.

Em cinco anos, o rendimento domiciliar per capita do alagoano registrou crescimento de 83%, saindo de R$ 777 em 2021 para os atuais R$ 1.422.

Segundo o IBGE, o rendimento domiciliar per capita é calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total dos moradores. “Nesse cálculo, são considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes”, informou

Os valores são definidos levando em consideração os rendimentos brutos de trabalho e de outras fontes, efetivamente recebidos no mês de referência da pesquisa, acumulando as informações das primeiras visitas da Pnad Contínua aos domicílios, feitas no 1º, 2º, 3º, e 4º trimestres de 2025.

Na região Nordeste, o Rio Grande do Norte apresentou o maior rendimento, com R$ 1.819. Em Seguida aparecem Sergipe (R$ 1.697) e Pernambuco (R$ 1.600). Na outra ponta, o Maranhão registrou o menor rendimento, com R$ 1.219.

Em todo o País, o rendimento domiciliar per capita ficou em R$ 2.316 no ano passado. O valor representa um avanço em relação a 2024, quando a renda média dos residentes no país ficou em R$ 2.069. Foi maior também na comparação com anos anteriores: R$ 1.893, em 2023, e R$ 1.625, em 2022.

Entre os estados, o ranking é encabeçado pelo Distrito Federal, com rendimento domiciliar per capita de R$ 4.538. Em seguida aparecem os estados de São Paulo (R$ 2.956), Rio Grande do Sul (R$2.839), Santa Catarina (R$2.809), Rio de Janeiro (R$2.794), Paraná (R$ 2.762), Mato Grosso do Sul (R$ 2.454), Goiás (R$ 2.407), Minas Gerais (R$2.353) e Mato Grosso (R$ 2.335).

Conforme o órgão, a divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, que estabelece os novos critérios de pagamentos do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE). Além disso, em consequência, define os compromissos assumidos para determinar os valores que serão repassados ao Tribunal de Contas da União (TCU) “para o cálculo dos fatores representativos do inverso do rendimento domiciliar per capita”.

Segundo o IBGE, a Pnad Contínua é uma pesquisa domiciliar, amostral, realizada desde janeiro de 2012, “que acompanha as flutuações trimestrais e a evolução da força de trabalho, entre outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país”.

Em 2020 e 2021 os dados sofreram impacto da pandemia de Covid-19 e de acordo com o IBGE, houve queda acentuada de taxas de aproveitamento da coleta, sobretudo da primeira visita ao domicílio. “As menores taxas de aproveitamento das entrevistas refletiam o contexto excepcional, ocasionado pela pandemia de Covid-19 nesses anos e os procedimentos adotados para minimizar as perdas de informação que poderiam ocorrer devido à pandemia, ao isolamento social e ao acesso dos entrevistadores aos domicílios”, explicou.

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