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Procon: preço da cesta básica vendida em Maceió registra variação de até 64%

Produtos como farinha de milho, cujo preço é encontrado entre R$ 1,19 e R$ 5,49, têm oscilação de 361%

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Levantamento foi feito entre terça (14) e quarta-feira (15), em oito estabelecimentos da capital
Levantamento foi feito entre terça (14) e quarta-feira (15), em oito estabelecimentos da capital | Foto: Divulgação

O preço da cesta básica vendida nos supermercados de Maceió registrou uma variação de até 64% em julho, segundo levantamento divulgado nessa quinta-feira (16), pelo órgão de defesa de consumidor (Procon) de Maceió.

De acordo com o levantamento, feito entre terça (14) e quarta-feira (15), em oito estabelecimentos da capital – entre supermercados e atacarejos –, o valor do conjunto de alimentos que compõem a mesa do consumidor maceioense varia entre R$ 137,10 e R$ 224,79. Em números absolutos, a diferença pode chegar a R$ 87,69.

Na análise entre os 17 produtos que compõem a cesta básica, a variação pode chegar a 361,3%, como é o caso do flocão de milho de 500g, cujo preço oscila entre R$ 1,19 e R$ 5,49 – uma diferença nominal de R$ 4,30.

Outro item que puxou a variação de preço dos alimentos em julho foi a manteiga de 200g, encontrada por valores que oscilavam entre R$ 8,49 e R$ 25,90 - o que representa um aumento de 205% entre os produtos.

Os itens mais consumidos pela população também tiveram uma diferença de preços significativa. O feijão variou entre R$6,49 e R$12,48; o arroz, entre R$3,18 e R$6,99; e o café, entre R$8,99 e R$19,99.

Entre as proteínas, o quilo do frango inteiro foi o que mostrou uma diferença de mais de 100% entre o menor valor (R$8,99) e o maior valor (R$19,99). Os ovos tiveram uma diferença de R$17,99 e R$24,99 e também apresentaram um aumento de 20% entre a pesquisa anterior e a atual, considerando os menores valores.

Em nota, o Procon defende que a divulgação de forma contínua desses dados é importante para orientar e auxiliar o consumidor na hora de definir onde comprar, contribuindo com escolhas mais conscientes para manter o equilíbrio do orçamento familiar.

“A pesquisa oferece informações que podem fazer diferença no fim do mês, além de contribuir para o consumo consciente e incentivar a concorrência entre fornecedores, visando alcançar valores mais acessíveis para a população”, afirma Luisa Goulart, gerente de pesquisa.

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