CONSUMO
Volume de serviços de AL registra a 3ª maior alta do País, diz IBGE
Em agosto, setor local apresentou crescimento de 3,5%, atrás apenas de Rondônia, com alta de 5,6%, e Distrito Federal (3,7%)
O volume de serviços prestados às famílias alagoanas registrou crescimento de 3,5% em agosto ante o mês anterior, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços divulgada nessa quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a terceira maior alta do País, atrás apenas dos serviços de Rondônia, que encabeça o ranking nacional com 5,6%, e do Distrito Federal (3,7%).
Quando comparado a agosto do ano passado, o desempenho do setor de serviços de Alagoas registrou queda de 0,9%. Com o resultado, os serviços locais acumulam perda de 3,8% no ano.
Em agosto, a receita nominal (faturamento bruto) dos serviços de Alagoas avançou 2% ante julho. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o crescimento foi de 7,4%. Já no acumulado do ano, o avanço foi de 5,1%.
Em todo o País, o volume do setor de serviços apresentou variação negativa de 0,1% em agosto deste ano, na comparação com o mês anterior. Em julho, a atividade ficou estável, e, em junho, cresceu 0,1%.
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Os serviços, no entanto, cresceram 0,6% na comparação com agosto do ano passado, 1,7% no acumulado dos oito primeiros meses do ano e 2,2% no acumulado de 12 meses.
Com o resultado, o setor está 19,9% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 0,3% abaixo do maior patamar da série histórica (outubro de 2025).
Regionalmente, 12 das 27 unidades da federação assinalaram retração no volume de serviços em agosto de 2026, frente ao mês imediatamente anterior, acompanhando o decréscimo observado no resultado do Brasil. Entre os locais com taxas negativas nesse mês, o impacto mais importante veio da Bahia (-4,8%), seguido por Espírito Santo (-4,5%), Ceará (-3,1%), São Paulo (-0,1%) e Mato Grosso (-2,3%).
Em relação à receita nominal, o setor apresentou taxas de crescimento de 0,2% na comparação com julho deste ano, de 6,1% na comparação com agosto do ano passado, de 7,4% no acumulado do ano e de 7,5% no acumulado de 12 meses. Na passagem de julho para agosto deste ano, o volume cresceu apenas no segmento de serviços prestados às famílias (2,1%).
Os serviços de informação e comunicação não apresentaram variação de julho para agosto. Os outros três segmentos dos serviços caíram de julho para agosto: outros serviços (-1%); transportes (-0,2%); e profissionais, administrativos e complementares (-0,2%).
O índice de atividades turísticas – agregado calculado de forma separada dos cinco segmentos do setor de serviços – teve alta de 2,5% de julho para agosto, o segundo resultado positivo seguido, período em que acumulou ganhos de 5,5%. Com o resultado, o segmento de turismo está 12,4% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 1,1% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.