GAZETA 92 ANOS
Gazeta reforça liderança e projeta novo ciclo de expansão
Periódico avança na transformação digital e amplia integração multiplataforma



Aos 92 anos, a Gazeta de Alagoas atravessa mais um ciclo de sua história reafirmando os princípios que a consolidaram como referência no Estado: liderança editorial, compromisso com a informação verificada e capacidade permanente de reinvenção.
Sob o comando do senador Arnon de Mello, a partir de 1952, a Gazeta iniciou uma trajetória marcada pela modernização tecnológica e pela expansão institucional. Mesmo antes de assumir formalmente a direção, Arnon já colaborava com o matutino, imprimindo o DNA que se tornaria a base do grupo: pioneirismo, ousadia e responsabilidade pública.
Em entrevista ao Gazeta Cast, o diretor-executivo da Organização Arnon de Mello (OAM), Fernando James, afirmou que a história da Gazeta é, sobretudo, uma trajetória de adaptação estratégica, sem ruptura com seus princípios.
Ao longo das décadas, o periódico incorporou tecnologias que redefiniram a produção de notícias em Alagoas, do teletipo ao telex, até o sistema offset de impressão. Cada transição representou não apenas atualização técnica, mas também a consolidação de seu protagonismo no Estado.
“A base sólida construída pelo senador Arnon de Mello é o que sustenta tudo o que somos hoje. A credibilidade não se constrói de um dia para o outro. São 92 anos de compromisso com a verdade”, afirmou Fernando James.
Essa credibilidade foi consolidada na cobertura de momentos decisivos da história política alagoana, como os episódios envolvendo Muniz Falcão, o impeachment de Divaldo Suruagy e a chamada Batalha da Praça da Assembleia. A presença constante nos fatos centrais do Estado transformou a Gazeta em fonte documental e referência para pesquisadores, historiadores e estudiosos.
O acervo preservado pelo Instituto Arnon de Mello confirma essa dimensão histórica. Edições catalogadas e arquivadas servem de base para estudos acadêmicos e pesquisas sobre a formação política e social de Alagoas.
Hoje, a atuação da Gazeta ultrapassa o impresso. Integrada à TV Gazeta, Gazetaweb, GazetaNews e à Rede Gazeta de Rádios, a empresa opera em modelo multiplataforma que combina tradição editorial com alcance digital ampliado.
Segundo Fernando James, essa integração se torna mais evidente nas grandes coberturas, especialmente nas eleições, quando todas as plataformas do grupo atuam de forma coordenada, reunindo repórteres, analistas, articulistas e colunistas em uma cobertura ampla, simultânea e aprofundada.
“Nosso principal ativo é a notícia verdadeira. Quando a informação é publicada pela Gazeta, ela carrega a responsabilidade de 92 anos de história. Isso não é discurso, é prática diária”, ressaltou.
A transformação digital também redefiniu o formato do matutino, alinhando-o às tendências internacionais de otimização e eficiência, sem abrir mão da identidade editorial. A publicação circula em formato físico aos sábados e mantém presença digital ao longo da semana, ampliando o alcance e dialogando com diferentes públicos.
Além da atuação informativa, a OAM ampliou sua presença institucional por meio de eventos estratégicos, como o Gazeta Summit, que promove debates sobre desenvolvimento econômico, inovação e futuro do Estado. A produção de podcasts e conteúdos audiovisuais reforça essa estratégia de atualização contínua.
Para Fernando James, liderar essa transição é assegurar que a Gazeta permaneça relevante nas próximas décadas.
“Somos pioneiros e temos a responsabilidade de continuar à frente. A inovação faz parte da nossa história, sempre acompanhada do compromisso com a apuração rigorosa e com a sociedade”, afirmou.
92 anos de protagonismo e transformação contínua

A Gazeta completa 92 anos consolidando uma trajetória que atravessa gerações e reafirma seu papel como referência histórica, cultural e informativa no Estado. Para o diretor-executivo da Gazeta de Alagoas, Luis Amorim, a relevância construída ao longo de mais de nove décadas é resultado de um compromisso contínuo com a qualidade da informação e com a sociedade.
“Desde a sua fundação, a Gazeta de Alagoas tem um papel de alta relevância na cultura, no entretenimento e na informação. Decorridos 92 anos, seguimos com a mesma disposição que o pioneiro, senador Arnon de Mello, teve ao tornar a Gazeta o maior matutino de Alagoas e um dos maiores do Norte e Nordeste. Com um jornalismo analítico e informações que vão além do que se lê nos portais de notícias e telejornais, a Gazeta se mantém como referência para leitores e anunciantes”, afirmou.
A Gazeta foi concebida como um projeto editorial de alcance estadual. Ao longo das décadas, acompanhou as transformações políticas, sociais e econômicas de Alagoas, registrando episódios que contribuíram para a formação da memória coletiva do Estado.
Nesse percurso, consolidou-se como fonte documental e espaço de análise aprofundada, característica que permanece como diferencial em um ambiente marcado pela velocidade e pela fragmentação da informação.
Luis Amorim ressalta que a continuidade do legado iniciado por Arnon de Mello está ancorada na capacidade de acompanhar as mudanças do setor sem abrir mão dos princípios que sustentam a credibilidade da marca.
“O jornalismo da Gazeta é referência em qualquer lugar do Brasil, principalmente por sempre sairmos na frente, acompanhando as mudanças que ocorrem no mundo. Hoje, o leitor pode acessar a Gazeta em qualquer lugar, na palma da mão, no computador, no tablet, na Claro Banca. É o melhor conteúdo que chega à casa dos assinantes ou que está à venda em pontos estratégicos”, pontuou.
A presença multiplataforma amplia o alcance do periódico, mantendo o foco na apuração rigorosa e no conteúdo analítico que distingue a publicação. Ao integrar tradição editorial e atualização tecnológica, a Gazeta reafirma sua posição de liderança na preferência dos alagoanos e sua solidez no jornalismo e no mercado publicitário.
