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SUBSTITUTO

Ancelotti pode escalar Danilo no lugar de Paquetá nas oitavas

Lesão do meio-campista obriga o técnico da Seleção Brasileira a avaliar mudanças na equipe para o duelo contra a Noruega, no domingo (5)

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Danilo Santos é o mais cotado para ser escalado por Ancelotti
Danilo Santos é o mais cotado para ser escalado por Ancelotti | Foto: — Foto: Thiago Ribeiro/AGIF/Gazeta Press

Após conseguir repetir a escalação da Seleção Brasileira pela primeira vez desde que assumiu o comando da equipe, Carlo Ancelotti voltou a ter um problema para resolver. Lucas Paquetá sofreu uma lesão na coxa nos minutos finais da vitória sobre o Japão e está fora do confronto contra a Noruega, marcado para domingo (5), em Nova Jersey, pelas oitavas de final da Copa do Mundo.

Com a ausência do camisa 8, o treinador italiano terá três sessões de treino para definir quem ocupará a vaga. O substituto mais cotado é Danilo Santos, mas outros jogadores também aparecem como alternativas, entre eles Fabinho, Ederson, Neymar, Gabriel Martinelli e Endrick.

Após a partida contra o Japão e a viagem para Nova Jersey, a comissão técnica concedeu pouco mais de 24 horas de descanso ao elenco. Os jogadores voltaram aos trabalhos no fim da tarde dessa quarta-feira, quando Ancelotti iniciou os testes visando ao duelo decisivo. O atacante Raphinha voltou a treinar em campo pela primeira vez, na terça-feira (30).

Caso mantenha o esquema utilizado nas vitórias sobre Haiti, Escócia e Japão, Danilo Santos desponta como o principal candidato à titularidade. O volante do Botafogo atua na mesma faixa do campo de Paquetá, é canhoto e já foi observado exercendo essa função ao lado de Bruno Guimarães durante os treinamentos anteriores ao confronto com os escoceses.

Outra possibilidade é fortalecer o setor de marcação. Nesse cenário, Fabinho ou Ederson poderiam formar o meio-campo ao lado de Casemiro, preservando o desenho tático no 4-3-3. A mudança, entretanto, aumentaria a responsabilidade de Bruno Guimarães na criação das jogadas e na ligação com o ataque.

Durante o segundo tempo da partida contra o Japão, Ancelotti optou por colocar Endrick em campo após a saída de Paquetá. Com isso, Matheus Cunha passou a atuar mais recuado, aproximando-se da faixa central e formando uma variação entre o 4-3-3 e o 4-2-4. Após o confronto, o treinador admitiu que a formação pode voltar a ser utilizada.

"Podemos começar dessa maneira. Precisávamos de mais força dentro da área, e o Endrick trouxe essa presença. Ele fez uma partida muito boa, com intensidade e bastante perigo", afirmou Ancelotti.

Outra alternativa é utilizar Gabriel Martinelli. O atacante, destaque na classificação brasileira, pode atuar mais centralizado, repetindo a função desempenhada diante do Japão, ou ocupar o lado esquerdo do ataque, permitindo que Vinícius Júnior jogue mais próximo de Matheus Cunha. Essa configuração já foi utilizada na vitória sobre o Paraguai, em junho do ano passado, pelas Eliminatórias.

Embora também seja uma possibilidade, Neymar dificilmente começará entre os titulares. A avaliação interna da comissão técnica é que o camisa 10 ainda não reúne condições físicas para atuar durante os 90 minutos. Por isso, o planejamento segue sendo utilizá-lo como opção para o decorrer da partida.

A definição da equipe deverá acontecer após os treinamentos desta quinta-feira (2), no CT em Columbus Park, em Nova Jersey. O Brasil enfrenta a Noruega no domingo, às 17h (de Brasília), em busca de uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo.

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