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PREJUDICADO

Wilton Pereira Sampaio não deve apitar final da Copa

Brasileiro deve ficar de fora da arbitragem da grande final da Copa do Mundo

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Com classificação da Argentina, Wilton Pereira Sampaio não deve apitar a final da Copa do Mundo
Com classificação da Argentina, Wilton Pereira Sampaio não deve apitar a final da Copa do Mundo | Foto: Reprodução/CBF

Quem também saiu prejudicado após a classificação da Argentina diante da Inglaterra foi o árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio. Depois da virada emocionante dos argentinos nessa quarta-feira (15), o juiz deve ficar de fora da arbitragem da grande final da Copa do Mundo.

O brasileiro está entre os 13 árbitros que permaneceram nos Estados Unidos para a reta final do torneio, mas a rivalidade entre Brasil e Argentina pode pesar na decisão da Fifa. A entidade avalia a possibilidade de escalá-lo para a disputa do terceiro lugar, em vez da decisão pelo título.

Wilton apitou a partida de abertura da Copa do Mundo, entre México e África do Sul, marcada pela expulsão de três jogadores. Depois, comandou Noruega x Senegal, pela fase de grupos, e Holanda x Marrocos, pela fase de 16-avos de final

DEFESA DE ÁRBITRO

A Fifa respondeu, nessa quarta (15), às críticas do técnico da França, Didier Deschamps, sobre a atuação do árbitro salvadorenho Iván Barton na derrota dos 'Bleus' por 2 a 0 para a Espanha na semifinal da Copa do Mundo.

"Em resposta aos comentários de Didier Deschamps, que questionou se o árbitro da partida tinha o nível necessário para apitar uma semifinal, a resposta da Fifa é clara: sim, absolutamente, nossos árbitros são de classe mundial", disse à AFP o italiano Pierluigi Collina, chefe de arbitragem da entidade.

Deschamps questionou as decisões de Iván Barton após a partida. "Será que o árbitro tem o nível necessário para apitar uma semifinal de Copa do Mundo?(...) Não vou responder a isso. E não digo isso apenas porque perdemos hoje. Houve várias situações, muitas vezes contra nós", disse o técnico francês, que por outro lado admitiu que "a primeira razão" da derrota foi que a França esteve "um pouco abaixo e foi menos perigosa do que poderia ter sido".

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