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História

Construtores de AL – CXLIII

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Celso Freitas Cavalcanti, nascido em Maceió em 3 de março de 1942, graduou-se em Economia pela Universidade de Brasília (1967). Fez cursos de extensão em Economia Política Brasileira e Internacional (1966), Populorum Progressio e Realidade Brasileira (1967), além de Análise de Estrutura Econômica (1971). Teve participação especial no Comitê Diretor do Secretariado Internacional, na Áustria (1967), no VII Congresso Internacional, em Madri (1974), e em cursos de Relações Públicas (1976, 1977 e 1978).

Deixou um célebre pensamento: “Tenho uma filosofia e uma prática de vida segundo as quais, nesta passagem do ser humano pela Terra, devemos ser úteis às pessoas, fazendo o exercício diário de prestar favores aos outros, sem visar a nenhum retorno, ou seja, praticar o bem o máximo possível, principalmente aos pobres e oprimidos.”

Foi membro do Conselho Nacional da Companhia Nacional de Escolas da Comunidade, em Brasília (1991), participou de reunião de trabalho do Banco do Brasil (1991) e, como diretor da Telasa à época, ajudou o autor deste texto como colega de profissão.

Educado, prestativo e, sobretudo, empreendedor no tocante às funções que exerceu. Foi excelente orador no exercício de suas atividades no Senado Federal, onde ocupou o cargo de 2º secretário da Mesa Diretora, além de assessor de gabinete de um senador alagoano (1999).

Economista da Companhia de Desenvolvimento do Planalto, chefiou o Escritório Político de Alagoas. Participou do Primeiro Plano Integrado de Desenvolvimento do Distrito Federal. Colaborou com diversos jornais de Brasília, escrevendo sobre assuntos econômicos e políticos.

Participou de dezenas de seminários internacionais, apresentando teses aprovadas nos conclaves. Foi diretor da extinta Codeal (1988-1989). Diga-se de passagem, Dr. Celso Freitas Cavalcanti era filho do ministro de mesmo nome. Foi muito prestigiado tanto nos cargos que exerceu quanto nas missões internacionais. Poliglota, falava vários idiomas no exercício de suas honradas funções públicas.

Foi analista de Finanças e Controle Externo e assessor de ministros, elaborando trabalhos científicos. Também exerceu o cargo de secretário extraordinário de Articulação do Governo de Alagoas, no período de 1983 a 1986. Posteriormente, foi diretor de Recursos Humanos do Banco do Brasil, de 1990 a 1992.

Pelos relevantes serviços prestados, foi recipiendário da Ordem do Mérito Judiciário Militar (1983), da Medalha Mérito Santos Dumont (1984), da Ordem do Mérito do Trabalho (1985) e da Ordem do Mérito Brasília (1991). Escreveu vários livros sobre desenvolvimento econômico, produtividade e ação política.

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