História
Construtores de AL – CXLVIII
Antônio Sapucaia da Silva, natural da bucólica cidade do Pilar (01.06.1938), graduou-se em Direito pela vetusta Faculdade da UFAL (1966). Exerceu as funções de fiscal de rendas, foi diretor de Administração da Secretaria do Interior do Estado de Alagoas, secretário de Administração e dos Negócios Municipais e juiz de Direito das comarcas de Água Branca, Colônia Leopoldina, Viçosa e Atalaia.
Galgou o Tribunal de Justiça, ocupando o cargo de desembargador. Pertenceu ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas, foi membro da Associação Alagoana de Imprensa (1956), editor-responsável da Revista de Jurisprudência Alagoana do Tribunal de Justiça de Alagoas, redator da Revista Letras Jurídicas, da Associação dos Magistrados de Alagoas, e sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas.
Publicou diversos livros: Casos que julguei (três edições), Perfil de um Tribunal (1992), A Lei e o crime; foi coautor da obra Direito Concreto e publicou Costa Rego – Esse esquecido (plaqueta). Foi jornalista e repórter da Gazeta de Alagoas. Publicou dezenas de crônicas nos demais veículos de comunicação alagoanos. Homem público ético, cortês e, principalmente, fazedor de amigos. Conheci-o na CESA – Casa dos Estudantes Secundaristas de Alagoas. À época, meu saudoso irmão, economista e advogado Cícero Veiga, exercia as funções de tesoureiro da Sorbonne alagoana.
Participou do I Simpósio de Direito Civil e Direito Processual Civil (1991), I Curso de Processo Civil – Recife (1991), I Simpósio de Direito Processual em Maceió (1992), Congresso Extraordinário (1992), V Simpósio – Recife (1993), VIII Congresso Brasileiro (1994), Segundo Simpósio – São Paulo (1995), bem como de seminários internacionais. Deixou, portanto, pensamento que merece ser reproduzido: “A grandeza da Justiça não deve ser visualizada simplesmente pelo poder de julgar de que dispõe; deve ser vista majestaticamente, sobretudo quando se aprofunda nas razões morais, humanas e sociais dos atos que lhe são dados a apreciar; quando examina cada caso com imparcialidade e justeza, quaisquer que sejam os motivos determinantes da lide, nivelando o nababo e o desafortunado, o poderoso e o desvestido de poder.”
Mulher é encontrada morta com pedra na boca após ser torturada em Goiás
Adolescente de 15 anos é arrastada por 24 metros por carro de aplicativo em SP
Desfile da Assembleia de Deus reúne centenas de fiéis em São Miguel dos Campos
Eleições 2026: Renan Filho discute propostas para o transporte complementar
JHC visita Arapiraca e defende mudanças na saúde para o Agreste
Deus se apiede de sua bondosa alma!